Dra. Karen Elaine Mendes e Silva

FONOAUDIÓLOGA (CRFa-7858)

ESPECIALISTA EM MOTRICIDADE ORAL

  • Fonoaudióloga CRFa 7858.

  • Especialista em Motricidade Oral – CEFAC/SP.

  • Mestre em Distúrbios da Comunicação Humana – PUC/SP.

  • Profª da disciplina de Fonoaudiologia no curso de Especialização em Ortodontia e Ortopedia Facial da Universidade Santa Cecília – UNISANTA.

Exerce a função profissional no endereço:

  • Santos: Rua Luis Suplicy, nº 35 – Gonzaga – (13) 3223-5689 / 3234-7270.

fonoaudiologia

Especialidade em Motricidade Oral e Distúrbios da Comunicação Humana.

HÁBITOS BUCAIS VICIOSOS


Psicologia: estado emocional da criança grau de dependência com relação ao hábito.




TRATAMENTO MULTIDISCIPLINAR


Ortodontia: Tentativa de eliminação precoce do mau-hábito (auto-correção); Aparelhos removíveis (concha ou grade impedidora de língua); Fonoaudiologia: terapia miofuncional.




MASTIGAÇÃO


A textura e natureza dos alimentos têm influência direta nas características mastigatórias, que podem adaptar-se de acordo com o tipo de alimento presente na boca. Causas mais freqüentes da mastigação unilateral: Problemas na articulação temporomadibular (ATM);

  • Doenças periodontais;
  • Ausência de dentes;
  • Adaptações frente a interferências oclusais ou contatos prematuros;
  • Estimula-se apenas as estruturas do lado do trabalho;
  • Impede, do lado inativo, o desgaste fisiológico das cúspides dentárias;
  • Possibilita interferências oclusais;
  • “Tipos de oclusão que apresentam com freqüência alteração mastigatória”;
  • Mordida aberta anterior e/ ou lateral;
  • Mordida cruzada unilateral;
  • Classe II
  • Classe III
Papel da fonoaudióloga neste trabalho:
  • Identificar o problema;
  • Encaminhar adequadamente;
  • Trabalhar só quando possível;
  • Voltar a atenção do paciente para a mastigação com boca fechada;
  • Posteriorizar o alimento durante a mastigação;
  • Usar os dois lados se possível;
  • Variar a alimentação;




DEGLUTIÇÃO


Deglutição Atípica É quando ocorre alteração na movimentação da língua e/ou outras estruturas que participam do ato de deglutir. Seria uma alteração somente da função sem maiores prejuízos no desenvolvimento dentário e ósseo, ocorre normalmente após o término do tratamento ortodôntico devido a permanência de um hábito nocivo. Ela pode ser decorrente de uma deglutição adaptada devido aos hábitos adquiridos. Possíveis causas da deglutição atípica:

  • Modelos inadequados;
  • Hipotonia muscular;
  • Tensão da musculatura perioral;
  • Posição de cabeça;
  • Hábitos mantidos após correção ortodôntica.
Deglutição Adaptada Esta alteração encontrada é conseqüência de algum outro problema existente como, má-oclusão ou respiração oral. Nestes casos a língua adaptou-se à forma da cavidade oral ou ao tipo facial do indivíduo. Causas da deglutição adaptada:
  • Má-oclusão;
  • Respiração oral;
  • Grandes alterações de tônus (síndromes);
  • Hábitos nocivos mantidos por longo período debilitando a musculatura perioral e elevadora da mandíbula.
Relação da fonoaudiologia com a otorrinolaringologia na linha de Motricidade Oral Respiração: urante a respiração nasal é necessário que a boca se feche em algum ponto. Normalmente isto ocorre anteriormente, pelo selamento dos lábios. Este selamento também pode acontecer na porção média com o dorso da língua em contato com o palato duro e ainda posteriormente pela base da língua com o palato mole. Caso não haja selamento em nenhum destes pontos, teremos a respiração oral, ou mista, que é a mais freqüente. Respiração Oral-Definição: Disfunção do aparelho respiratório caracterizado pela troca do trajeto aéreo da via nasal para a oral, originando um desequilíbrio neuro-muscular na região oro-naso-faríngea. Se a Respiração Oral se tornar um hábito durante o período de crescimento ativo, o resultado será a Face Adenoideana, característica do Respirador Oral. Etiologias da Respiração Oral
  • Hipertrofia de amígdalas e adenóide;
  • Cornetos nasais hipertróficos;
  • Infecções respiratórias de repetição (crônicas);
  • Desvios de septo;
  • Hipotonia da musculatura elevadora da mandíbula, por causa da alimentação pastosa, levando à boca aberta com língua mal posicionada;
  • Apenas postura viciosa;
  • Alteração no desenvolvimento crânio-facial;
  • Desordens do sistema nervoso central;
Respiração: Quando respiramos pelo nariz, juntamente com o funcionamento adequado de outras funções, há um estímulo de crescimento e desenvolvimento facial pela ação da musculatura que estimula os ossos de modo correto. Já o indivíduo respirador bucal pode apresentar várias alterações morfológicas e funcionais que são características deste quadro. Alterações craniofaciais e dentárias:
  • Alterações dos órgãos fonoarticulatórios;
  • Alterações corporais;
  • Alterações das funções orais.
Rinites na infância Infecciosa:
  • Viral (resfriado/ coriza);
  • Bacteriana (catarro);
  • Específica (sífilis);
Rinites alérgicas Características: hereditariedade; fatores ambientais desencadeantes (alergênicos/emocionais), pode se manifestar na pele, nariz, pulmões e intestinos. É um quadro inflamatório, auto-imune e se caracteriza por uma reação exagerada por um agente inalatório. Fase aguda – medicamentosa; fase crônica usar soro hipertônico. Outras
  • Eosinofílica – não alérgica;
  • Idiopática – vaso motora;
  • Medicamentosa;
  • Hormonal;
  • Por desuso;
  • Decorrentes de fatores mecânicos.




APNEIA OBSTRUTIVA DO SONO


Pode ocorrer obstrução em quatro níveis:

  • Nasal – cirurgia;
  • Velofaríngeo – uvulopalatoplastia;
  • Tubo faríngeo – excesso de peso;
  • Orofaríngeo – BIPAP ou CIPA.




FALA


Comunicar-se sempre foi o objetivo do homem. Mesmo os primatas buscavam através de desenhos transmitir seus pensamentos. Com a evolução do homem, evoluiu também a forma que este passou a usar para comunicar-se e assim, a fala foi se constituindo na forma fundamental de comunicação.




AQUISIÇÃO DA FALA


É necessário que ocorra um amadurecimento progressivo do Sistema Nervoso Central sobre a vocalização. Estágios

  • Sons vegetativos reflexos;
  • Risos e sons guturais;
  • Brinquedo vocal;
  • Lalação;
  • Balbucio.
A articulação da fala é um comportamento motor que requer especificidade muscular com uma velocidade e ritmo continuamente variáveis. Tem como função principal tornar nossa língua inteligível.




FONAÇÃO E ARTICULAÇÃO


Importante observar

  • Estrutura e funcionamento dos nossos mecanismos vocais, considerando que a respiração é o sistema de ativação vocal.
  • Sistema vibratório laríngeo, que produz a voz.
  • As cavidades faríngea, oral e nasal como componentes do sistema específico de ressonância e suas contribuições à ressonância vocal e à produção de sons da fala.
Causas e conseqüências do sigmatismo
  • Hábitos viciosos de sucção;
  • Maloclusões;
  • Respiração oral;
  • Deglutição atípica;
  • Alimentação;
  • Modelos inadequados de produção de fala;
Consequências
  • Respiração oral;
  • Deglutição adaptada;
  • Maloclusões;
  • Deformidades faciais;
  • Hipotonia dos músculos faciais;
  • Mastigação ineficiente;
Fala Sigmatismo: sibilo correspondente a fala das pessoas que moram no litoral. Ceceio: ajuste articulatório de anteriorização e lateralização lingual para a produção do “s” e “z”;




MOTRICIDADE ORAL


São os movimentos musculares realizados pela ação da movimentação da boca durante o exercício das funções estomatognáticas. Sistema Estomatognático compreende as seguintes funções:

  • Sucção;
  • Mastigação;
  • Deglutição;
  • Fonação e Articulação;
  • Respiração.




SUCÇÃO


É uma função inata, presente por completo na 32ª semana de vida intra-uterina. Ela se faz muito importante durante o período pós natal até por volta dos 6 meses, quando pode-se iniciar o desmame, contudo só por volta dos 2 anos é que a ação muscular estará completamente estabelecida. Neste período, esta função não terá tanta importância para o desenvolvimento da ação muscular e também da posição lingual durante as funções que lhe seguem, pois é esperado que os padrões corretos já tenham sido adquiridos. Ela se estabelece à partir de: Compressão do mamilo;

  • Língua e mandíbula se elevam;
  • Sulco no dorso da língua;
  • O bolo de leite é enviado para a faringe;
  • A faringe aumenta de tamanho.





LUÍS ANTÔNIO DE ARRUDA AIDAR ORTODONTIA E ORTOPEDIA FACIAL

Diplomado pelo Board Brasileiro de Ortodontia e Ortopedia Facial (BBO)

 

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