LUÍS ANTÔNIO DE ARRUDA AIDAR ORTODONTIA E ORTOPEDIA FACIAL

Diplomado pelo Board Brasileiro de Ortodontia e Ortopedia Facial (BBO)

 

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1. Qual a idade ideal para levar

seu filho ao ortodontista?

Segundo a Associação Americana de Ortodontia, a primeira avaliação com o ortodontista deve acontecer aos 7 anos de idade. Isso não quer dizer que o tratamento deva ser iniciado nessa fase. Na maioria dos casos o ortodontista acompanhará o desenvolvimento da oclusão (tipo de mordida) e intervirá somente no momento oportuno com objetivo de reduzir o tempo de tratamento. Pesquisadores da USP-Bauru avaliando crianças com 6 anos de idade, observaram que 50% apre- sentavam os incisivos inferiores (dentes da frente) tortos. Essas mesmas crianças avaliadas aos 9 anos de idade, boa parte delas não apresentavam mais os dentes tortos. O crescimento natural proporcionou a correção da posição dos dentes inferiores. É importante o diagnóstico e a supervisão de um ortodontista.

2. Qual o melhor aparelho para fazer

a correção da posição dos dentes?

O que limita os resultados de um tratamento ortodôntico não é o tipo de aparelho (bráquete) e sim a biologia (padrão de crescimento facial, saúde do osso e gengiva, idade do paciente, limites da movimentação dentária). Antes da escolha do aparelho, o especialista em ortodontia deve ter tido uma formação sólida em matérias básicas como anatomia, histologia, patologia, oclusão, crescimento crânio-facial, biologia da movimentação dentária ou biomecânica ortodôntica. Tudo começa com um bom diagnóstico, passa por um correto planejamento do tratamento e a execução da mecânica ortodôntica, sempre baseados nas mais recentes evidências científicas. Todos os bráquetes têm suas limitações, levando em consideração que tratamos de indivíduos diferentes uns dos outros.

3.  As extrações de dentes ainda são

indicadas nos tratamentos ortodônticos?

Com a evolução das técnicas, a possibilidade de ganhar espaços nas arcadas dentárias aumentou e com isso diminuíram os casos com extrações dentárias. Por outro lado, em casos de biprotrusão dentária (dentes da frente inclinados para fora) e/ou falta de espaço acentuado (dentes grandes e osso pequeno), as extrações de dentes são bem indicadas. O fator limitante do tratamento ortodôntico é a biologia e não o tipo de aparelho (bráquete) utilizado pelo ortodontista.

4. Qual a idade ideal para tratar

crianças com o queixo pequeno ou grande?

As crianças nascem retrognatas (queixo pequeno) para facilitar a passagem no parto e a amamentação no peito materno. As crianças que tem o potencial genético de desenvolver um prognatismo mandibular (queixo grande) nasceriam menos retrognatas. A amamentação no peito materno é o primeiro estimulo natural para o crescimento mandibular. O tratamento na adolescência terá uma resposta mais rápida para a correção do retrognatismo mandibular (queixo pequeno). As crianças que apresentam a mandíbula aumentada, o tratamento mais precoce é indicado. Quando a arcada superior está para trás, o prognóstico é mais favorável do que quando queixo está para frente. Em casos extremos, o tratamento ortodôntico-cirúrgico na idade adulta deve ser a solução.

Luís Antônio de Arruda Aidar

Cirurgião – Dentista  (Ortodontista)
Pós-Doutor pela Escola Paulista de Medicina
(UNIFESP-EPM)

www .aidar.odo.br
ARTIGO – JORNAL DA ORLA (30/11/2014)